Laura Muller
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23/11/2016
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17/11/2016
Epidemia de sífilis no Brasil; casos subiram de mil para 65 mil em 5 anos
Sífilis é uma doença infectocontagiosa, que pode não manifestar sintomas. O principal motivo do aumento de casos é a falta de uso da camisinha.
Uma epidemia de sífilis, os números comprovam. Nos últimos cinco anos, os casos dispararam de 1,2 mil para mais de 65 mil.
E quando o diagnóstico vem na gravidez, o risco é maior ainda porque o bebê pode pegar a doença. Só no ano passado, mais de 220 bebês morreram no Brasil porque o medicamento está em falta no mundo inteiro.
Para falar sobre o assunto, o Bem Estar desta quarta-feira (09) convidou a infectologista Rosana Richtmann e o consultor do programa e ginecologista Doutor José Bento. Eles explicam o que fazer para se proteger.
Saiba mais
Sífilis é uma doença infecciosa transmitida pela bactéria treponema pallidum. A transmissão ocorre, basicamente, durante a relação sexual ou de mãe para filho, pelo sangue, durante a gravidez. Isso pode ocorrer em qualquer fase da gravidez e em qualquer estágio da doença.
O principal motivo do Brasil ter hoje uma epidemia de sífilis é a falta de uso do preservativo na relação sexual, principalmente entre os jovens e adolescentes, que não passaram pela geração da Aids. A prevenção mais importante contra a doença é a camisinha.
 

19/10/2016
Por que vacinar meninos e meninas contra o HPV?
A partir do ano que vem, a imunização também estará disponível para garotos; veja riscos pouco conhecidos causados pelo vírus
O Ministério da Saúde anunciou na semana passada que, a partir de 2017, incluirá meninos de 12 a 13 anos na campanha de vacinação contra o HPV, o vírus do papiloma humano, sexualmente transmissível, que causa uma s[erie de doenças. O plano é ampliar a faixa etária gradativamente até que, em 2020, a vacinação seja oferecida a meninos dos 9 aos 13 anos, como já ocorre com meninas desde 2014.
Segundo o ministério da Saúde, a medida faz do Brasil o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a incluir meninos em um programa nacional de imunização de HPV.
Subtipos do vírus estão relacionados a quase todos os casos de cânceres no colo útero, o que explica o foco inicial no sexo feminino. No entanto, ainda que em números menores e sem o mesmo nível de divulgação, o vírus está também relacionado a cânceres como o de pênis, ânus e boca, tornando necessária a imunização de ambos os sexos.
A BBC Brasil apresenta abaixo respostas para algumas das dúvidas mais comuns relacionadas ao vírus e à vacinação.
O VÍRUS E AS DOENÇAS

O que exatamente é o HPV?
É o vírus do papiloma humano (ou HPV, da sigla em inglês human papiloma virus). A palavra papiloma faz referências às típicas, porém nem sempre encontradas, verrugas que resultam da infeção por tipos específicos do vírus. Há mais de 200 subtipos. Desse total, mais de 40 são facilmente transmitidos pela via sexual, com o contato direto da pele ou de uma mucosa infectada. Esse contato pode ser genital-genital, oral-genital ou manual-genital. Entre eles, cerca de 12 são considerados de alto risco e podem causar câncer. Os subtipos 16 e 18, por exemplo, são responsáveis pela maioria dos casos de câncer relacionados ao HPV. Já os tipos 6 e 11, responsáveis por 90% das verrugas em regiões de mucosas, genitais e ânus, não estão relacionados ao câncer.
Quantas pessoas têm HPV?
O HPV é o vírus sexualmente trasmissível mais comum. Cerca de 50% dos homens e mulheres sexualmente ativos nos Estados Unidos, por exemplo, já contraíram o vírus em algum momento da vida. Na maioria do casos (cerca de 90%), o sistema imunológico consegue derrotar o vírus no período de dois anos. Nesse período, no entanto, a maior parte das pessoas não desenvolve sintomas, não sabe que é portadora e pode infectar parceiros. Além disso, é possível que a pessoa só desenvolva os sintomas anos após ter tido contato com alguém infectado, tornado-se difícil a tarefa de determinar quando ocorreu a infecção.
Que tipo de doenças o HPV causa?
"Tanto em mulheres quanto em homens, ele pode causar problemas como verrugas genitais, que são mais fáceis de tratar, até doenças potencialmente gravíssimas, como o câncer do colo de útero", explica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
O HPV pode provocar também lesões pré-cancerosas, ou seja, lesões que podem se transformar em um câncer.
No entanto, contrair o HPV - mesmo os subtipos considerados de alto risco- não significa um câncer quase certo. Segundo o site do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, a maior parte das infecções por HPV ocorre sem apresentar qualquer sintoma. Algumas, no entanto, persistem por muitos anos. E infecções persistentes com subtipos de alto risco do HPV levam a mudanças nas células que, sem tratamento, podem causar câncer.
Quais tipos de câncer o HPV pode causar?
Nas mulheres, o vírus é responsável por praticamente todos os casos de câncer do colo do útero, o terceiro mais incidente entre as mulheres brasileiras, atrás dos tumores de mama e intestino. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2016, surgirão 16 mil novos casos desse tipo de câncer no Brasil e haverá 5,4 mil mortes.
O HPV pode causar ainda o câncer vaginal e na vulva
Tanto em homens quanto em mulheres, o HPV também está associado ao surgimento de câncer anal e também de tumor na boca (6º tipo de câncer mais comum do mundo, com 230 mil mortes todos os anos). Já exclusivamente nos homens, o vírus pode provocar câncer no pênis.
A VACINA

Que idade é o público alvo da vacina?
A partir de janeiro de 2017, o governo vai oferecer a vacina também para meninos de 12 e 13 anos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Já a vacina dada às meninas tem como público alvo as que têm entre 9 e 13 anos. O plano é ampliar a faixa etária gradativamente até que, em 2020, a vacinação seja oferecida a meninos dos 9 aos 13 anos, como já ocorre com meninas desde 2014.
Por que vacinar nessa faixa-etária, já que não têm relação sexual ainda?
O objetivo é proteger as crianças antes do início da vida sexual e, portanto, antes de serem expostas ao vírus.
"A vacina é eficaz para todos. Mas é claro que para os que são sexualmente ativos a efetividade é menor por uma questão: os jovens que já iniciaram a vida sexual podem ter tido contato com o vírus antes de se vacinar", afirma Isabella.
"Do ponto de vista de saúde pública, quanto mais precocemente se der a vacina, maior o impacto, tanto em meninas como em meninos. Vacinando quem ainda não teve relação, evitamos ter tantas dessas lesões (pré-malignas). Vacinar precocemente é válido tanto para imunizá-los antes que se infecte, mas também porque sabemos que quanto mais novo, mais robusta é a resposta à vacina."
Adolescentes já contaminados pelo HPV também se beneficiam da vacina, porque ele provavelmente não se infectou com todos os tipos de vírus - assim, a imunização o protege de vírus que ele ainda não encontrou em contato. Além disso, a chance de novas ocorrências de lesões pelo HPV diminui com a vacina.
Já os adultos não vacinados podem se beneficiar dessa imunização também. No entanto ela não é oferecida na rede pública, já que o SUS dá preferência aos grupos prioritários, no caso, crianças e adolescentes.
Como é e como age a vacina?
Tanto meninos quanto meninas tomam a vacina quadrivalente, que oferece proteção contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18) com um índice de 98% de eficácia, segundo o governo.
Os subtipos 6 e 11 são ligados ao surgimento de 90% das verrugas na região genital e anal. Já o 16 e o 18 foram relacionados a 70% dos casos de câncer do colo do útero, também são responsáveis por cerca de 80% dos cânceres de ânus e 50% dos casos de câncer de vagina, vulva, pênis e sistema orofaringe.
Como outras vacinas, esta estimula a produção de anticorpos específicos para certos tipos de HPV. É dada por meio de injeção, com duas doses, separadas entre si por seis meses de intervalo. "Essa segunda dose é fundamental para a efetividade da vacina. A primeira estimula o sistema imunológico, mas a segunda é necessária para atingirmos a proteção que queremos", diz Luciana Rodrigues Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
MENINOS TAMBÉM

Por que o governo brasileiro decidiu ampliar essa imunização para o sexo masculino?
Em primeiro lugar, para proteger contra os tipos de câncer que atingem homens e estão diretamente relacionados ao HPV, como o de pênis, boca e ânus - mais de 90% dos casos de câncer anal são atribuídos à infecção pelo vírus. Além disso, vacinar meninos reduz o risco para a população como um todo, o que se denomina proteção de rebanho.
Há provas de que meninos ficam protegidos indiretamente com a vacinação de meninas e, acredita-se, o contrário também se mostra eficaz.
"Um estudo na Austrália mostrou que vacinando apenas as meninas reduzia também a incidência de verruga genital entre os meninos da mesma faixa etária", afirma Isabella, da SBIm.
Meninos tomam esta vacina em outros países?
Sim, atualmente é usada nos Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Panamá e também Porto Rico. Na América do Sul, o Brasil é o primeiro país a implementá-la como estratégia de saúde pública.
SEXO PRECOCE?

Alguns pais temem que a vacina pode incentivar o filho ou a filha a iniciar a vida sexual mais cedo. Isso pode ocorrer?
"Isso é pura hipocrisia. Tem gente que quer tapar o sol com a peneira e prefere não falar de preservativo ou de outros assuntos ligados ao sexo com adolescentes. Ele vai iniciar a vida sexual dele na adolescência. Então, é muito melhor ter informações adequadas, seja sobre preservativos ou vacinas, antes de se expor. É preciso ensinar esses jovens sobre o autocuidado.", diz Luciana Rodrigues Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
A dra Isabella concorda: "Um estudo que acompanhou meninas desde a infância, divididas entre as vacinadas e as não vacinadas contra HPV, mostrou que ninguém inicia a vida sexual por causa da vacina. Do mesmo jeito que oferecer anticoncepcional tampouco influencia nisso.".
REAÇÕES?

A mídia divulgou relatos de pessoas que tiveram reações adversas ou passaram mal supostamente depois de terem tomado a vacina. É verdade?
Ambas as especialistas afirmam que todos eventos adversos foram ou estão sendo investigados, e qualquer relação causal com a vacina foi descartada.
Elas lembram que muitas pessoas passam mal ou desmaiam não pela vacina em si, mas pelo processo de vacinação. Há quem sofra com desmaios ao ver agulhas, ao sentir dor ou se submeter a procedimentos médicos, por exemplo. Esses desmaios leves são chamados de síncope vasovagal. Em alguns casos, o jejum prolongado e o fato de ficar sentado em lugares muito quentes também podem provocar os desmaios. O ideal é ficar 15 minutos sentado antes de se levantar.
Mas e os casos de meninas que desmaiaram na mesma escola, após a vacina?
"Pesquisei a literatura sobre o tema desde 1972. Há muitos casos semelhantes, de desmaios em massa, envolvendo adolescentes na ocasião de campanhas de diferentes vacinas, como gripe e tétano. É uma característica ligada à adolescência. Quando um adulto desmaia, por exemplo, não costuma influenciar outro adulto a desmaiar também", explica Isabella. Ou seja, seria uma reação psicológica.
PREVENÇÃO

Basta a vacina para se prevenir desse tipo câncer e outras doenças?
Além da vacina, a prevenção contra esse tipo de câncer também continua envolvendo o exame Papanicolau, que identifica possíveis lesões precursoras do câncer que, tratadas precocemente, evitam o desenvolvimento da doença.
O preservativo não basta para proteger contra o HPV?
Não. O vírus pode ser transmitido mesmo com a camisinha, já que o homem e a mulher podem ter a presença do vírus em outras áreas não cobertas pelo preservativo como as mucosas.
O governo recomenda que mulheres entre 25 e 64 anos façam frequentemente o Papanicolau - o exame para detectar essas verrugas e diagnosticar a presença do vírus HPV.
O beijo pode transmitir HPV?
Segundo o CDC (na sigla em inglês, Centro de Controle e Prevenção de Doenças, órgão do governo americano para promoção da saúde pública), alguns estudos sugerem que as mucosas da boca, quando infectadas, podem ser vetores do vírus durante o sexo oral e também durante o beijo. Os resultados, no entanto, não são conclusivos. A dificuldade de proteção dessa forma de contágio, no entanto, reforça a importância da vacinação.

11/10/2016
Ministério da Saúde anuncia vacinação contra HPV para meninos
Desde 2014, vacina é oferecida para meninas de forma gradual. Vacina protege principalmente contra câncer de colo do útero nas meninas.
O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (11), que a vacinação contra HPV será estendida para os meninos. A vacina contra o papilomavírus humano (HPV), que protege principalmente contra o câncer de colo do útero, já faz parte do Programa Nacional de Imunizações desde 2014, indicada para meninas de 9 a 13 anos.
A partir de janeiro 2017, meninos de 12 a 13 anos também poderão receber a vacina. A faixa etária será ampliada gradualmente até 2020, quando a vacina estará disponível para meninos de 9 a 13 anos. O esquema vacinal consistem em duas doses, com intervalo de seis meses.
Segundo o Ministério da Saúde, estudos feitos em outros países mostram que a inclusão dos meninos contribui para a diminuição do câncer de colo do útero e vulva das mulheres, já que isso possibilita a diminuição da circulação do vírus a população, o que beneficia o público feminino.
Além disso, os próprios meninos serão beneficiados, já que a vacina protege contra câncer de pênis, garganta, ânus e verrugas genitais, problemas também relacionados ao vírus.
A vacinação contra HPV para meninos também é usada nos Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá. A inclusão dos meninos na vacinação contra HPV segue a recomendação de sociedades médicas brasileiras como a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria.
Outra mudança é que, a partir de 2017, meninas que chegarao aos 14 anos sem a vacina também poderão se vacinar.
A vacinação também será estendida homens que vivem com HIV entre 9 e 26 anos. Antes, só as mulheres com HIV desta faixa etária podiam se vacinar gratuitamente. No caso desse público, o esquema vacinal é de 3 doses.
Vacina contra meningite C
O Ministério da Saúde anunciou, ainda, a inclusão da vacina contra meningite C para meninos e meninas de 12 a 13 anos a partir de 2017. Até 2020, a vacina deverá estar disponível a crianças de 9 a 13 anos.
Hoje, essa imunização é oferecida apenas para crianças aos 3, 5 e 12 meses de idade. A meningite C é o subtipo mais frequente da doença, que é considerada grave e de rápida evolução.
Entenda a vacina do HPV
O HPV é um vírus que pode causar câncer do colo do útero e verrugas genitais.  Ele é altamente contagioso, e a sua transmissão acontece principalmente pelo contato sexual.
A vacina distribuída no SUS é quadrivalente, ou seja, protege contra quatro tipos de HPV: o 6, o 11, o 16 e o 18. Dois deles (o 6 e o 11), estão relacionados com o aparecimento de 90% das verrugas genitais. Os outros dois (o 16 e o 18) estão relacionados com 70% dos casos de câncer do colo do útero.
Além da vacina, a prevenção contra esse tipo de câncer também continua envolvendo o exame Papanicolau, que identifica possíveis lesões precursoras do câncer que, tratadas precocemente, evitam o desenvolvimento da doença.

31/08/2016
OMS apresenta novas diretrizes para tratamento da clamídia, gonorreia e sífilis
Nos últimos anos, pesquisadores detectaram resistência aos fármacos em casos envolvendo as três doenças, mas especialmente a gonorreia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) apresentou nesta terça-feira (30) novas diretrizes para tratar clamídia, gonorreia e sífilis, perante o aumento dos casos de resistência dessas doenças aos antibióticos.
Estima-se que anualmente, 131 milhões de pessoas se infectem com clamídia, 78 milhões com gonorreia, e 5,6 milhões com a sífilis. As três são causadas por uma bactéria e, normalmente, deveriam ser tratadas com antibióticos.
No entanto, segundo a agência EFE, o mau uso e o abuso de antibióticos, fez o corpo criar resistência a estes medicamentos e agora estas doenças não podem mais ser curadas corretamente apenas com isso.
Nos últimos anos, pesquisadores detectaram resistência aos fármacos em casos envolvendo as três doenças, mas especialmente a gonorreia.
Quando não são tratadas, essas doenças podem gerar complicações graves para as mulheres, como gravidez ectópica (nas trompas de falópio), abortos e bebês natimortos.
Segundo estimativas da ONU, a transmissão da sífilis de mãe para filho provocou em 2012 143 mil abortos ou nascimentos de crianças mortas, 44 mil nascimentos de prematuros; e 62 mil mortes prematuras de bebês.
A gonorreia e a clamídia podem causar infertilidade tanto em homens quanto em mulheres se não for curada. As três infecções aumentam de duas a três vezes o risco de contrair o HIV e pode ter inclusive consequências mais graves como a infecção chegar ao cérebro ou ao coração e causar a morte.
"O mais importante é tentar parar o crescimento das resistências e isso é feito prescrevendo o tratamento correto e usando como o prescrito, por isso a responsabilidade é dupla, do médico e do paciente", disse em entrevista coletiva a médica Teodora Elvira Wi, especialista da OMS no tema.
Perante esta situação, a OMS recomenda que, no caso da gonorreia, os países façam um estudo nacional para saber qual é a taxa de resistência de cada antibiótico e prescrevam o que menor tenha.
A respeito da sífilis, a OMS sugere apenas uma dose de penicilina benzatina, um antibiótico injetável. A clamídia, a menos resistente aos antibióticos por enquanto, a orientação é de que continue sendo usado a azitromicina.
Em meio a todo o debate, a OMS destacou que o método mais seguro e efetivo para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis ainda é o uso do preservativo de forma regular.
 
 
Fonte : EFE

24/08/2016
318 mil camisinhas foram distribuídas nas Olimpíadas
A distribuição foi feita pelo Ministério da Saúde e o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
O Ministério da Saúde e o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais distribuíram até sábado, 20, 318.528 preservativos nas ações realizadas durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Desde o início do evento, em 5 de agosto, foram realizadas ações com a presença da personagem “Homem-Camisinha”, que distribuiu preservativos masculinos e femininos e materiais de orientação ao público. Os preservativos também ficaram disponíveis em locais estratégicos tais como a Vila dos Atletas, o Centro de Mídia e a Casa Brasil (Praça Mauá).
Na Vila dos Atletas foram distribuídos 149.184 preservativos. No Centro de Mídia, 64.512 unidades. Já na Casa Brasil foram distribuídas 104.832 camisinhas para o público que visitou o local.
Assessoria de Comunicação
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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09/08/2016
RIO 2016: Campanha oficial de prevenção às DST/aids espalha abraços pelo Rio de Janeiro
Foi lançada a campanha oficial #EuAbraço, de prevenção às DST/aids e de respeito às diferenças
O lançamento da campanha oficial #EuAbraço, de prevenção às DST/aids e de respeito às diferenças será neste sábado (6) à tarde, mas desde o início da semana a ação se faz presente no cenário olímpico do Rio de Janeiro. Duas grandes manifestações já aconteceram, com a participação de ativistas, voluntários e representantes do Departamento de DST, Aids e Hepatites Viriais do Ministério da Saúde e do Unaids (Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids), organizadores da campanha. Na quinta-feira (4), foi realizado o Abraçaço na Praça Mauá com um grande círculo em volta da #cidadeolímpica. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, esteve presente na Casa Brasil, um espaço institucional do governo federal que tem a missão de oferecer uma experiência integrada do Brasil durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016. Ainda na Praça Mauá, um personagem das campanhas do Departamento, o Homem Camisinha, distribuiu preservativos aos frequentadores do local.
Já na sexta-feira (5), o abraço coletivo aconteceu às margens da praia de Copacabana, com mais uma atuação de voluntários e ativistas e de representantes do Departamento e do Unaids. A diretora do DDAHV, Adele Benzaken, reforçou o caráter de união e solidariedade dos dois encontros. “O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais está aqui em Copacabana abraçando a todos em sinal de solidariedade às pessoas que vivem com HIV/aids, às pessoas que vieram de fora do país e às que sofrem discriminação de qualquer espécie”, afirmou.
Antes que encerrasse sua fala, a diretora foi interrompida por um ativista: “Estamos abraçando aqueles que sofrem intolerância religiosa e preconceito racial”. Em seguida, juntamente com Adele Benzaken, todos cantaram a música “Aquele Abraço”, de Gilberto Gil.
“O movimento olímpico é um movimento esportivo, sem nenhuma dúvida, mas é claramente construído sobre o princípio de diversidade, de oferecer oportunidade a todos, independentemente de raça, de onde moram, de orientação sexual”, destacou o diretor-executivo adjunto do Unaids, o  Luiz Loures.
ONU
O secretário-geral da ONU, o sul-coreano Ban Ki-moon, na manhã desta sexta-feira (5) participou do revezamento da tocha olímpica, na Praia de Copacabana, na zona sul do Rio. Ele acendeu a tocha da jovem jogadora de handeball, Thaysa Vitoria da Silva, de 15 anos, que é participante do projeto "Uma Vitória Leva à Outra", da ONU Mulheres, que tem como objetivo oferecer melhores condições a meninas de áreas carentes por meio do esporte.
Ban Ki-moon também esteve na cerimônia de abertura dos Jogos no estádio do Maracanã, à noite.
Dica de entrevista
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel.: (61) 3315-7665
 
 
Fonte : Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

26/07/2016
A campanha Semana Hepatite Zero começou nesta segunda-feira (25) em São Paulo e em municípios da região metropolitana
A campanha Semana Hepatite Zero começou nesta segunda-feira (25) em São Paulo e em municípios da região metropolitana. Até a sexta-feira (29), um mutirão de testes rápidos de hepatite C, focados em homens e mulheres com mais de 40 anos, será realizado gratuitamente em diversos pontos da Grande São Paulo.
Os testes serão feitos das 8h às 17h em estações do Metrô, terminais rodoviários e postos do Poupatempo. A lista com todos os endereços onde os exames acontecem pode ser conferida no site da campanha. O evento é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH) em parceria com o Rotary Club.
No mundo, existem meio bilhão de pessoas com o vírus B ou C da hepatite, mas apenas 5% dos casos estão diagnosticados. Como a doença é assintomática até as suas fases mais avançadas, muitas vezes os primeiros sintomas só são percebidos tardiamente, em um estágio que a cura só é possível com um transplante de fígado.
A Hepatite C chega a matar duas vezes mais do que a aids. Nos Estados Unidos, em 2015, a doença matou mais do que todas as outras doenças infecciosas juntas. Quando descoberta a tempo, no entanto, ela apresenta boa resposta ao tratamento médico. Por conta disto, pessoas com mais de 40 anos precisam se testar pelo menos uma vez na vida.
Serviço
Semana Hepatite Zero
De 25 a 29 de julho de 2016 – das 8 às 17 horas

Locais com exames: Metrô Brás, Metrô Santana, Metrô Tamanduateí, Terminal Rodoviário Tietê, Terminal Rodoviário Barra Funda, Terminal Rodoviário Jabaquara e Terminal Rodoviário de Guarulhos, Poupatempo Cidade Ademar, Poupatempo Itaquera, Poupatempo Lapa, Poupatempo Sé, Poupatempo Santo Amaro, Poupatempo São Bernardo do Campo, Poupatempo Carapicuiba, Poupatempo Diadema, Poupatempo Guarulhos e Poupatempo Osasco.
 
 
Fonte : Hepatite Zero




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